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6.5.8 dela
dela sobrou o rastro estático da minha energia.
dela ficou o espasmo plácido de tamanha euforia.
dela sobrou o cheiro, o estrago, minha eterna agonia.
mas nela ficou meu cansaço como forma de alegria.
nela habita meu espaço que forma nossa sinestesia.
nela me deito agora exausto cheio de nostalgia...
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