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28.1.8
A noite cai, dentro de uma garrafa. Ôca. Touca de um pensamento solitário...
A noite vai, dentro de uma garrafa. Louca. A boca embriaga o ego planetário...
A noite acaba, dentro de uma garrafa. Náufraga. Sobre os cacos do que a noite deixou...
- E o que restou? - Nada além de parágrafos inúteis e abandonados.
- Corra enquanto há tempo! - Mas o tempo não para de correr. - Fuja enquanto há tempo! - Mas o tempo nos devora onipresente. - Então apenas se lembre de quando o tempo andava devagar e a sua ausência trazia cor e paz. - Não há mais tempo, o tempo passou.
Mas um dia, a noite ainda há de voltar, para derrubar as estrelas que restaram no céu da minha boca...
when the angels dies, the stars burns in my mind. like the fire of love making the color of the night.
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